quinta-feira, 7 de junho de 2012

Simplesmente... Zen

Problema à vista!
Sem stress. Temos que enfrentar!

Mas como não ficar com um nervoso miudinho perante um problema?

Eu faço assim:

- Tem solução?

A - Sim. Ótimo. Vamos resolver

B - Não. Não há nada a fazer. Stressar não ajudará na sua resolução, pelo que vou-me conformar e medir as consequências da sua não resolução!


Conclusão: stressar não faz parte dá resolução do problema!

Simplesmente... Zen

Simplesmente... Delicioso

Este tema é delicado para mim porque eu simplesmente... não cozinho!

Mas gosto de comer e gosto de saborear um bom vinho, e normalmente não me perco!

Faz parte das minhas funções dar sugestões ao meu cozinheiro de serviço: O que me apetece hoje? O que é rápido e bom? Qual o melhor vinho para acompanhar a comida?

Mas o que devo fazer se o meu cozinheiro de serviço não está? Como deixar as crianças a pensar que têm a melhor cozinheira do mundo em casa?

Vai ser simplesmente... delicioso!

Simplesmente... do it!

O seu nome mais pomposo é procrastinação.

Eu sou assim, tenho tendência para procrastinar, principalmente quando estamos a falar de tarefas domésticas.

Odeio! Mas todos nós aprendemos desde pequenos: Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje.

Faço então um esforço extra para não deixar uma tarefa para fazer se ela puder ser feita.

Funciona assim:

Passo 1: Há algo para fazer? - uma cama, arrumar uma roupa que os miúdos deixaram no chão, qualquer coisa

Passo 2: Posso fazer já?

Passo 3: 
a) Claro que sim! Faço. Done
b) Agora não me apetece! Faço na mesma. Done.
c) Não é possível fazer agora - estou a fazer outra coisa e faço isto logo a seguir, ou falta algo ou alguém imprescindível para a execução da coisa. Agendo na minha listas de tarefas.

Simplesmente.... do it!

Simplesmente... Mãe

Sou mãe há quase 7 anos, reincidente há quase 2. Sou mãe babada e com motivos para isso. É um casalinho maravilhoso!

A minha preocupação enquanto mãe e educadora, na sociedade em que vivemos, é provavelmente o oposto daquilo que preocupa a maioria dos pais.

As crianças precisam de tempo para brincar, precisam de autonomia e de desenvolver aptidões que a escola não promove.

Este será um espaço de reflexão sobre como de uma forma acessível, quer em termos de custos como de tempo, podemos proporcionar aos miúdos algo que a escola não dá.

Neste espaço quero reunir tudo sobre atividades, comportamentos, o estudo, as melhores 'tiradas' deles, sugestões, e tudo o que nos faça refletir sobre estes piratas de palmo e meio.

Objetivo: potenciar uma infância feliz habilitando-os das aptidões necessárias à sua adaptação ao mundo real.

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