quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sempre a correr...

Como já disse tenho tendência para procrastinar, adiar as tarefas e fazer tudo na última oportunidade.


O que mudou? Como é que eu faço atualmente para me organizar?


No final de 2011 uma das minhas resoluções de ano novo foi optar por um estilo de vida organizado. Para que tal aconteça tenho vindo a adaptar, aos poucos e sem mudanças drásticas, a minha forma de fazer as coisas em casa e no trabalho.


Para o fazer adotei o seguinte método:


Passo 1: Arranjar um telemóvel, ou qualquer dispositivo eletrónico, onde possam ser inseridas tarefas, com a possibilidade de criar alertas, criar tarefas repetitivas e com possibilidade de agrupar as tarefas por temas.
Eu uso uma aplicação para Android, muito básica mas que para mim é suficiente, chama-se simplesmente... Task List e tem o seguinte aspeto:



Passo 2: Carregar para esse gestor de tarefas TODAS as tarefas que fazem parte da minha rotina diária ou semanal, desde o pequeno almoço ao banho, pôr o lixo, levar os miúdos à natação, etc. A ideia é marcar a tarefa e a hora, e durante um tempo, teremos alertas (que passarão rapidamente de úteis a chatos) constantemente a chamar para fazer qualquer coisa.
No meu caso, como associei ícones diferentes a tarefas diferentes basta olhar para o telemóvel para saber o que fazer.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Atividades de tempos livres?!

Hoje em dia, quer para descanso dos pais, como para melhor organização das escolas/ATL, todo o tempo das nossas crianças é ocupado com atividades estruturadas. 


E poderão vocês perguntar: e isso é mau? 


Claro que dependerá das crianças e das atividades, e sabendo que a única experiência que tenho resume-se à educação dos meus filhos, devo dizer que para mim isso não é assim tão positivo. 


Comecei a refletir sobre o assunto quando li este artigo. Mais tarde li uma entrevista onde uma terapeuta ocupacional declarava que o problema da educação em Portugal era exatamente a não existência de tempo efetivamente livre para as crianças. 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Simplesmente... Savvy

Chamem-lhe minimalismo, simplicidade ou descomplicómetro, hoje em dia tudo o que passe por consumismo excessivo e desnecessário faz-me alergias.

Sim, é verdade que estamos em crise! E a toda a hora se houve dizer a miúdos e graúdos: "Não pode ser, porque estamos em crise!"

Mas e se não houvesse crise? Será que iríamos esbanjar o nosso dinheiro?

A crise trouxe-nos algo positivo, a consciência! Por isso toca a poupar, vamos fazer compras inteligentes e sustentáveis, vamos ver quais as alternativas low cost, mas não low quality, e sem vergonha! Porque a crise está na moda!

Simplesmente... Zen

Problema à vista!
Sem stress. Temos que enfrentar!

Mas como não ficar com um nervoso miudinho perante um problema?

Eu faço assim:

- Tem solução?

A - Sim. Ótimo. Vamos resolver

B - Não. Não há nada a fazer. Stressar não ajudará na sua resolução, pelo que vou-me conformar e medir as consequências da sua não resolução!


Conclusão: stressar não faz parte dá resolução do problema!

Simplesmente... Zen

Simplesmente... Delicioso

Este tema é delicado para mim porque eu simplesmente... não cozinho!

Mas gosto de comer e gosto de saborear um bom vinho, e normalmente não me perco!

Faz parte das minhas funções dar sugestões ao meu cozinheiro de serviço: O que me apetece hoje? O que é rápido e bom? Qual o melhor vinho para acompanhar a comida?

Mas o que devo fazer se o meu cozinheiro de serviço não está? Como deixar as crianças a pensar que têm a melhor cozinheira do mundo em casa?

Vai ser simplesmente... delicioso!

Simplesmente... do it!

O seu nome mais pomposo é procrastinação.

Eu sou assim, tenho tendência para procrastinar, principalmente quando estamos a falar de tarefas domésticas.

Odeio! Mas todos nós aprendemos desde pequenos: Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje.

Faço então um esforço extra para não deixar uma tarefa para fazer se ela puder ser feita.

Funciona assim:

Passo 1: Há algo para fazer? - uma cama, arrumar uma roupa que os miúdos deixaram no chão, qualquer coisa

Passo 2: Posso fazer já?

Passo 3: 
a) Claro que sim! Faço. Done
b) Agora não me apetece! Faço na mesma. Done.
c) Não é possível fazer agora - estou a fazer outra coisa e faço isto logo a seguir, ou falta algo ou alguém imprescindível para a execução da coisa. Agendo na minha listas de tarefas.

Simplesmente.... do it!

Simplesmente... Mãe

Sou mãe há quase 7 anos, reincidente há quase 2. Sou mãe babada e com motivos para isso. É um casalinho maravilhoso!

A minha preocupação enquanto mãe e educadora, na sociedade em que vivemos, é provavelmente o oposto daquilo que preocupa a maioria dos pais.

As crianças precisam de tempo para brincar, precisam de autonomia e de desenvolver aptidões que a escola não promove.

Este será um espaço de reflexão sobre como de uma forma acessível, quer em termos de custos como de tempo, podemos proporcionar aos miúdos algo que a escola não dá.

Neste espaço quero reunir tudo sobre atividades, comportamentos, o estudo, as melhores 'tiradas' deles, sugestões, e tudo o que nos faça refletir sobre estes piratas de palmo e meio.

Objetivo: potenciar uma infância feliz habilitando-os das aptidões necessárias à sua adaptação ao mundo real.

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