segunda-feira, 18 de junho de 2012

Brincar vs Estudar - 4 alternativas ao estudo nas férias


Acabaram as aulas e em conversa com uma amiga, na sequência deste post, falou-se sobre se os miúdos devem estudar nas férias, para não esquecerem tudo o que aprenderam durante o ano letivo.

A preocupação da minha amiga é que sem uma pequena revisão quase diária, tipo uma cópia e tabuada por dia, os miúdos possam regredir e perder o ritmo no início do próximo ano letivo.

Os miúdos, tal como nós, chegam a esta altura do ano cansados e merecem umas boas e longas férias.

Aos adultos também é aconselhado não trabalhar nem pensar no trabalho durante as férias. Porque é que com eles deve ser diferente?

Muitos deles, sem alternativas familiares, vão passar estes meses (até final de Agosto) em ATLs ou colónias de férias, onde ninguém (espero) os vai pôr a estudar. Serão feitas atividades lúdicas, visitas de estudo, idas à praia, etc.

E o que fazer, naquele tempo que estão conosco para que meses de trabalho não caiam no esquecimento?
 
A minha sugestão, para os pais que sentem necessidade de ocupar estes tempos de autêntico ócio,  passa por pôr em prática as seguintes ideias:

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Vamos de Férias... Take 1


Amanhã começa o meu primeiro período de férias. É só uma semana, mas vai saber tão bem!


E os preparativos, e as malas, e o que levar? Levamos a casa toda ou levamos o mínimo?


Como em tudo dependerá sempre das circunstâncias, ou seja, vamos de carro ou de transportes, o carro tem uma mala grande ou pequena? Vamos 3 dias ou um mês? Casa de família e/ou local já conhecido ou um sítio que não conhecemos e que não sabemos com o que contar? Com ou sem crianças?


Para mim as férias de praia, com os miúdos (21 meses e 6 anos e meio), são para descansar, não stressar e não trabalhar.

Como costumo ir de carro (que entretanto já tem uma boa bagageira) e como conheço o local e respetivos equipamentos, uma vez que passo lá férias há já 5 anos, então sei precisamente o que faz falta e o que é desnecessário.


Podia levar pouca roupa, porque vou para a praia, mas já me aconteceu apanhar dias frescos e não ter o que vestir.
Podia não levar brinquedos nem DVDs, mas depois durante aqueles minutinhos entre o banho e o jantar, ou na hora do calor, teria que me transformar em bonequinhos animados para entreter a criançada.


Posso então dizer que o critério para fazer as malas e preparar umas férias bem passadas é o fator stress, ou seja, descobrir se levar mais ou menos é sinal de mais ou menos stress.

Vejamos 2 exemplos, extremos, e que tipificam as férias que tenho (ou costumava ter, quando havia subsídios):

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sempre a correr...

Como já disse tenho tendência para procrastinar, adiar as tarefas e fazer tudo na última oportunidade.


O que mudou? Como é que eu faço atualmente para me organizar?


No final de 2011 uma das minhas resoluções de ano novo foi optar por um estilo de vida organizado. Para que tal aconteça tenho vindo a adaptar, aos poucos e sem mudanças drásticas, a minha forma de fazer as coisas em casa e no trabalho.


Para o fazer adotei o seguinte método:


Passo 1: Arranjar um telemóvel, ou qualquer dispositivo eletrónico, onde possam ser inseridas tarefas, com a possibilidade de criar alertas, criar tarefas repetitivas e com possibilidade de agrupar as tarefas por temas.
Eu uso uma aplicação para Android, muito básica mas que para mim é suficiente, chama-se simplesmente... Task List e tem o seguinte aspeto:



Passo 2: Carregar para esse gestor de tarefas TODAS as tarefas que fazem parte da minha rotina diária ou semanal, desde o pequeno almoço ao banho, pôr o lixo, levar os miúdos à natação, etc. A ideia é marcar a tarefa e a hora, e durante um tempo, teremos alertas (que passarão rapidamente de úteis a chatos) constantemente a chamar para fazer qualquer coisa.
No meu caso, como associei ícones diferentes a tarefas diferentes basta olhar para o telemóvel para saber o que fazer.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Atividades de tempos livres?!

Hoje em dia, quer para descanso dos pais, como para melhor organização das escolas/ATL, todo o tempo das nossas crianças é ocupado com atividades estruturadas. 


E poderão vocês perguntar: e isso é mau? 


Claro que dependerá das crianças e das atividades, e sabendo que a única experiência que tenho resume-se à educação dos meus filhos, devo dizer que para mim isso não é assim tão positivo. 


Comecei a refletir sobre o assunto quando li este artigo. Mais tarde li uma entrevista onde uma terapeuta ocupacional declarava que o problema da educação em Portugal era exatamente a não existência de tempo efetivamente livre para as crianças. 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Simplesmente... Savvy

Chamem-lhe minimalismo, simplicidade ou descomplicómetro, hoje em dia tudo o que passe por consumismo excessivo e desnecessário faz-me alergias.

Sim, é verdade que estamos em crise! E a toda a hora se houve dizer a miúdos e graúdos: "Não pode ser, porque estamos em crise!"

Mas e se não houvesse crise? Será que iríamos esbanjar o nosso dinheiro?

A crise trouxe-nos algo positivo, a consciência! Por isso toca a poupar, vamos fazer compras inteligentes e sustentáveis, vamos ver quais as alternativas low cost, mas não low quality, e sem vergonha! Porque a crise está na moda!

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